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ANÁLISE DE ALEX KIDD: THE LOST STARS

ALEX KIDD: THE LOST STARS

★★
Tipo:Jogo
Ano:1988
Gênero:Plataforma
Produtora:SEGA
Formato:Cartucho
Observações:--
Conversão do Arcade, que enganava pela capa , uma arte bem feita, trazendo Alex Kidd confrontando cartas de um baralho.

Jogo totalmente psicótico, misturando fantasia com non-sense, alguns inimigos totalmente doentios - como a criança peidando projéteis na terceira fase - e cenários que remetem à uma loucura sem fim.

Jogabilidade meio merda, com o pulo mais escroto da história dos jogos do Alex Kidd.

Basicamente, segundo a história do jogo, Alex Kidd tem que reunir 12 esferas do Zodíaco. Onde, teríamos supostamente 12 fases para cada esfera, mas na verdade, ao concluir a sexta fase, começa tudo de novo, nos mesmos cenários, com uma dificuldade um pouco maior. Patifaria sem fim. Tenho que conferir se o do Arcade é assim.

Os gráficos são até bacanas e bem coloridos, porém, o level design das fases e os inimigos são um pé no saco - apesar de eu reconhecer que as fases são bem variadas, embora sejam poucas.

Alex Kidd não tem barra de energia e sim barra de tempo, barra essa que não pode deixar acabar antes de terminar cada estágio.

O problema é que tudo "mata" o Alex, deixando sua barra cada vez menor.

É isso aí, talvez um dos piores do Alex Kidd de Master System.





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